O dilema entre querer fechar os olhos para descansar e o querer viver. Entre o precisar de dormir e o criar. Entre a pausa necessária e a vontade de explorar. Observo. Quero olhar. É tudo tão bonito. Mesmo as pequenas coisas. Tudo tão simples. São cinco da manhã, uma hora que não me pertence. E eu gosto assim.

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