O subjetivismo da Realidade
O que é a realidade? Aquilo que se vê, sente-se, respira-se. Isso são apenas estímulos que os cinco sentidos enviam para o cérebro. Pois a realidade não pode ser apenas sensorial. Será possível comprovar que o real é algo que a nossa capacidade sensorial não conseguiu ainda alcançar?
Primeiro de tudo, existe a realidade? O "Penso, logo existo" comprova-nos que existe, de facto, algo. A razão admite a existência de um Eu antes de outro algo. Mas o que sou? Como sou? Simplesmente sou. E se sou, tenho que o ser em alguma parte. E se há alguma parte em que é possível o Eu ser, então esse espaço é a realidade. Mas será a realidade o que nós pensamos que esta é? Ou deixamo-nos enganar por uma realidade paralela que nos programa para acreditar naquilo que é suposto acreditar?
Existe um incontável número de teorias em relação à realidade. Estarei eu sentado, neste momento, numa máquina e controlado pelos instrumentos do conhecido "Génio Maligno"? Estarei eu a sonhar? Quero refrisar que não ponho em causa o facto de que algo existe em alguma parte. Nestas teorias em relação ao que a realidade possa ser, a realidade é. O facto de pôr em causa a origem de uma realidade subjetiva pela existência de um "Génio Maligno", significa que este cientista louco existe em alguma parte da realidade. Mas a minha questão é, o que é a realidade!?
Sonhos: a segunda realidade. Enquanto sonhamos, o nosso subconsciente trabalha de forma tão precisa que raramente nos apercebemos que, por muito louco o sonho, estejamos a sonhar. O toque, a dor, os cheiros, tudo é sentido! Contudo, será possível contradizer isto com o facto de o sonho não causar qualquer dano físico ao corpo que dorme? Não, porque apesar de não causar dano ao corpo físico, causa dano ao corpo "físico" mental.
E se for essa a nossa realidade? E se todos estes anos foram apenas um sonho e não nos apercebemos disso? E se todo o dano que, na nossa realidade é palpável, não passa de um dano mental? Porque sim, deixamo-nos acreditar que o sonho não é sonho até que acordemos! E todos podemos estar a dormir há horas, dias, anos, séculos, mas o nosso subconsciente pode-nos levar a acreditar que se passaram apenas os anos que pensamos que vivemos.
E quando perecemos? Será que a morte dá um fim a toda a nossa realidade, ou algo de nós permanece? Será o mundo que eu vejo, sinto e vivo real só por eu me considerar, por um segundo, real? Como sou? Onde estou? Será a morte a resposta a tudo isto?
Primeiro de tudo, existe a realidade? O "Penso, logo existo" comprova-nos que existe, de facto, algo. A razão admite a existência de um Eu antes de outro algo. Mas o que sou? Como sou? Simplesmente sou. E se sou, tenho que o ser em alguma parte. E se há alguma parte em que é possível o Eu ser, então esse espaço é a realidade. Mas será a realidade o que nós pensamos que esta é? Ou deixamo-nos enganar por uma realidade paralela que nos programa para acreditar naquilo que é suposto acreditar?
Existe um incontável número de teorias em relação à realidade. Estarei eu sentado, neste momento, numa máquina e controlado pelos instrumentos do conhecido "Génio Maligno"? Estarei eu a sonhar? Quero refrisar que não ponho em causa o facto de que algo existe em alguma parte. Nestas teorias em relação ao que a realidade possa ser, a realidade é. O facto de pôr em causa a origem de uma realidade subjetiva pela existência de um "Génio Maligno", significa que este cientista louco existe em alguma parte da realidade. Mas a minha questão é, o que é a realidade!?
Sonhos: a segunda realidade. Enquanto sonhamos, o nosso subconsciente trabalha de forma tão precisa que raramente nos apercebemos que, por muito louco o sonho, estejamos a sonhar. O toque, a dor, os cheiros, tudo é sentido! Contudo, será possível contradizer isto com o facto de o sonho não causar qualquer dano físico ao corpo que dorme? Não, porque apesar de não causar dano ao corpo físico, causa dano ao corpo "físico" mental.
E se for essa a nossa realidade? E se todos estes anos foram apenas um sonho e não nos apercebemos disso? E se todo o dano que, na nossa realidade é palpável, não passa de um dano mental? Porque sim, deixamo-nos acreditar que o sonho não é sonho até que acordemos! E todos podemos estar a dormir há horas, dias, anos, séculos, mas o nosso subconsciente pode-nos levar a acreditar que se passaram apenas os anos que pensamos que vivemos.
E quando perecemos? Será que a morte dá um fim a toda a nossa realidade, ou algo de nós permanece? Será o mundo que eu vejo, sinto e vivo real só por eu me considerar, por um segundo, real? Como sou? Onde estou? Será a morte a resposta a tudo isto?
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