Poeiras d'obras no nariz e claquetes escritas a giz
Desta vez faço a minha ida a Lisboa em duas partes, com uma estada pelo meio em Coimbra para, pela primeira vez, trabalhar numa criação da Sofia. O bom disto é que assim a viagem para a capital não parece tão longa; o mau é que vou apanhar o atraso dos comboios duas vezes. Não recordo a última vez que estive em Coimbra, mas quando a Sofia-Atriz me recebeu no alojamento, apontou para o Portugal dos pequeninos ao {não tão} longe {assim}; talvez tenha sido essa a última, quando fisicamente ainda ali cabia. Só a conhecia dos ensaios online que tivemos a três. Recebeu-me descalça, de calções e umbigo à mostra, os pés com terra e completamente despojada de vaidade. Gostei logo; fez-me uma apresentação do espaço e deu-me logo margem para me recolher e descansar da viagem. Mas puxei conversa e acabámos por ficar mais de uma hora no terraço, com o centro histórico aos nossos pés e o Mondego a acompanhar a conversa. Depois fui tomar banho e dei temp...